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Triste noite lusitana!

Em noite de garoa e chuva fina, a estrela da Portuguesa não brilhou! O primeiro tempo terminou empatado, sem gols. O destaque dos primeiros 45 minutos foi o juiz José Henrique de Carvalho. Foi então que eu percebi como é difícil a vida do torcedor lusitano. Não basta torcer para o time, tem que torcer para o juiz não apitar contra.

O segundo tempo era decisivo e quem marcou primeiro foi a Lusa, com gol de Marco Antônio. A torcida explodiu de felicidade. Diga-se de passagem: a torcida rubro-verde compareceu em peso, mesmo com o péssimo horário do jogo e tempo ruim.

O Grêmio Prudente empatou o jogo, aos 22 minutos do segundo tempo. A torcida pedia, mas Benazzi não ouviu. O time era o mesmo do início do jogo.

O empate não era um resultado tão ruim para a Lusa. A Portuguesa continuaria no G-4. Mas Henrique Dias acabou com a festa rubro-verde. Portuguesa 1 x 2 Grêmio Prudente.

Ainda teve tempo para Anderson, do Prudente, ser expulso. Mas mesmo com um a mais em campo, a Portuguesa não teve tempo nem pernas suficientes para empatar o jogo.

Sob vaias e muita indignação, o time saiu de campo cabisbaixo e na sexta posição do Campeonato Paulista. A Lusa só dependia dela mesma para continuar entre os quatro primeiros colocados.Com o resultado de Corinthians e São Paulo, a Portuguesa poderia terminar a rodada em terceiro.

Agora é vencer os dois últimos jogos e torcer por resultados negativos dos 5 primeiros colocados. Impossível? Futebol é uma caixinha de surpresas e tudo pode acontecer...

Por Michele Furukawa – Flamenguista feliz, lusitana decepcionada... torcendo para a recuperação e a volta de Athirson!

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Lusa por um dia...

Nunca havia pensado em ir ao estádio torcer para um time que não fosse o Flamengo. Meu coração é rubro-negro e isso nunca vai mudar.

Hoje foi um dia especial. Diria que foi um dia emocionante e surpreendente. Fui pela primeira vez ao Canindé. Familiar e acolhedora, a Associação Portuguesa de Desportos realmente me fez sentir em casa.

Comecei muito bem o meu dia lusitano com deliciosos bolinhos de bacalhau. Logo em seguida vesti, literalmente, a camisa da Portuguesa e me senti a própria lusitana.

Meu coração bateu forte. Era o ônibus da Lusa chegando e dentro estava ele, o motivo maior pelo qual me levou ao Canindé: Athirson Mazolli e Oliveira. Fiquei paralisada por alguns minutos quando ele estava ali, há poucos metros de mim. Não tive reação, mas muita coisa passou na minha cabeça. Tantos momentos bons que ele já tinha passado no meu Flamengo.

Passado o momento nostalgia, voltei à empolgação, que era enorme. A expectativa pelo início da partida só aumentava.

A torcida da Lusa encantou meus olhos e meu coração. Não é nada comparado à grande massa rubro-negra carioca. Aliás, nenhuma torcida se compara com a outra. Cada uma tem a sua forma de torcer, a sua essência. E é esse jeitinho lusitano que me fez sentir um carinho maior pela Lusa. Famílias, senhores, senhoras, muheres, homens e muitas crianças presentes.

Demorou, mas a Lusa entrou em campo. E ele estava lá. Não conseguia ver ninguém além dele. Coitada da Michelle Abílio. Ouviu tanto o nome do Athirson que até eu me segurei para não dizer tantas outras vezes. Pra quem não lembra ou não sabe, o Athirson foi ídolo do Flamengo e marcou história no clube carioca. Bons tempos aqueles...

O primeiro tempo foi dominado pela Lusa. Nem Robinho, nem Neymar, nem Ganso e nenhum jogador do Santos deu o tão esperado show. Os garotos da Vila foram apagados pela bela atuação do zagueiro Domingos e Cia. Detalhe, eu não sabia o nome nem da metade do time... mas isso não me fez tanta falta! O melhor de tudo era gritar “Lusa eô! Lusa eô! Lusa Eôôôô!”.

A Portuguesa abriu o placar no Canindé. A torcida rubro-verde foi à loucura e eu também. Sim, eu comemorei como se fosse o gol do título. Foi emocionante ver o primeiro gol da Portuguesa no meu dia de Lusa. O gol foi marcado por Héverton, depois de um belo lançamento de Marco Antonio. Lusa 1 x 0 Santos.

O segundo tempo foi muito tenso. O Santos voltou pressionando e as chances que a Lusa teve, não conseguiu finalizar bem e perdeu lances claros de gols. Era evidente que o time da Vila tinha voltado melhor. Mas o juiz fez de tudo para ajudar o Peixe. Só existia falta para o Santos. Dito e feito. Ele conseguiu o que queria. Zé Eduardo marcou para o Peixe, aos 44 minutos do segundo tempo. Lusa 1 x 1 Santos.

Por alguns minutos a torcida lusitana se calou e os santistas explodiram de felicidade. Normal. O empate ficou com um sabor de bolinho de bacalhau estragado. Uma pena! Mas ainda assim a torcida cantou e apoiou o time até o apagar das luzes no Canindé. Um verdadeiro espetáculo. Um clássico do futebol paulista, onde tudo podia acontecer... e aconteceu!

Deixo bem claro que meu time é e sempre será o Flamengo. Mas confesso que o bolinho de bacalhau me conquistou. Lusa por um dia? É, acho que oCanindé ganhou mais uma torcedora lusitana...

Por Michele Furukawa – Flamenguista de coração e lusitana por opção!E claro, apaixonada pelo Athirson! Ah, o Athirson...

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Copa do Brasil: Lusa enfrentará o Roraima

A CBF divulgou a semana passada a tabela da Copa do Brasil. A Lusa enfrentará, na primeira fase, o Atlético Roraima Clube (RR), no dia 24/02. O último título do time de Roraima foi do disputado campeonato roraimense de 2008.

Pela expressividade do time do norte lembrei que em 1997 a Lusa enfrentou o Kaburé (TO) e conseguiu empatar o primeiro jogo lá em Tocantins por 1 a 1.

O segundo jogo aconteceu em uma tarde, no meio da semana, no Canindé. Eu era uma simples estudante de colegial e minhas obrigações estavam restritas aos livros e cadernos (tempos bons) segui para o Canindé com meu irmão e meu pai (que sempre foi autônomo).

O estádio estava mais vazio que o normal e a Lusa venceu o time de Tocantins por 8 a 0, foi a maior goleada que presenciei no Dr. Oswaldo Teixeira Duarte.

Os jogadores, que estavam no banco de reserva, do desconhecido time do Tocantins passaram boa parte do tempo tirando fotos do Estádio.

Nesse ano o campeão da competição foi o Grêmio, que eliminou a Portuguesa nas oitavas de final. (Mais um bom motivo para eu odiar o Grêmio e o Danrlei).

Espero Lusa faça uma boa campanha na Copa do Brasil, que entre para disputar a final e que não seja eliminada pela Roraima, Icasa, etc.... Tá na hora de começar uma competição com um só objetivo: o título.

Por Michelle Abilio - "Vamos à luta, ó campeões!"
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Carimbei a faixa do Vasco...

... e coloquei água no chopp dos vascaínos. IMG_2411 Um jogo sem muitas emoções. O time carioca não estava muito preocupado com a partida e a obrigação da Lusa era azedar a festa do Vasco. Na realidade grande parte dos vascaínos nem se importou com a derrota por 1 a 0, mas eu saí feliz, feliz...

Sábado, 21 de novembro saí da praia mais cedo e fui para o Maraca torcer pela Lusa na partida da entrega da taça para o Vasco. Praticamente uma final (rsrs). Também fui fechar minha participação nesse campeonato com chave de ouro. (Não teria graça assistir outra partida lá, que não fosse a do meu time). No trajeto até o estádio os relógios registravam 40° e a sensação térmica de 50°. Um calor insuportável.

A cidade respirava futebol. Os quatros grandes clubes cariocas estão em fase decisiva. Botafogo e Fluminense brigam para ficar fora da série B, Flamengo disputa o título do Brasileiro e o Vasco campeão da série B. Por todos os lados, bandeiras penduradas nas janelas e sacadas, a população desfilava com suas camisas pelas praias, Lagoa, shopping, etc...

No caminho respondia perguntas: Quem é o craque? O artilheiro? O cara que vai definir a partida? Etc...

Nenhuma pergunta ficou sem resposta, mas confesso que menti diversas vezes dizendo “o fulano” é fantástico, goleador craque do Canindé!

IMG_2406 Esperava o Maracanã lotado, aquela festa bonita e que não iria me controlar no meio de vascaínos, mas o estádio tinha menos de 30 mil pessoas e foi muito tranquilo e muito bom.

Não fiquei no meio da torcida organizada do Vasco, porque seria demais, mas estava ali, do outro lado da arquibancada, no meio de vascaínos, mas em menor quantidade e desenvolvi técnicas infalíveis de camuflagem.

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Palavrões e xingamentos são palavras neutras que são usadas quando o goleiro defende ou o atacante chuta mal. Enquanto a torcida da Cruz de Malta xingava o Carlos Alberto por ter perdido o gol, eu gritava a mesma coisa, mas pela defesa do Muriel...

E para a minha felicidade no momento do gol do Fellype Gabriel, “o craque”, eu estava em pé e comemorei tranquilamente, mas o meu desejo era gritar e calar o Maracanã, como a torcida do Vasco fez no Canindé.

Depois era esperar e torcer para o jogo acabar logo para eu ver a volta olímpica e a alegria vascaína.

Com a vitória lusitana, provamos que o Vasco não é lá essas coisas e que nenhum dos quatro times classificados são excepcionais. Decepcionante é ver a Lusa fora da série A e essa foi a série B mais fácil de todos os tempos. Ganhamos de todos os times classificados!

Frustrante é ver a Lusa no Maracanã em um jogo que não valia nada, mas saí feliz como se meu time tivesse levado o título. Afinal, ganhou a final, mas quem levou a taça foi o Vasco!

Ah... e o Maracanã é mágico! Merece o jogo de encerramento da Copa e a cidade do Rio também!

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Por Michelle Abilio - Feliz pela vitória lusitana no Maracanã, mas triste com a permanência na série B...

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Lusa mais próxima da "elite"

Terça-feira quente. A noite pedia cerveja para refrescar e um bom jogo para animar a torcida rubro-verde, que estava com saudades do Canindé.

(Momento poético da partida) A lua cheia iluminava o estádio e a luz refletia nas camisas lusitanas. O estádio refletia as cores rubro-verde e a torcida estava vibrante (Fim do momento poético). Estávamos em 3.500 pessoas, os de sempre, talvez um pouco mais, mas nenhum surpresa de bilheteria. Depois do bom jogo contra o Guarani, estava confiante e acreditava em uma boa vitória. Esperava mais torcedores, também esperava uma promoção de verdade e uma goleada lusitana...

Mas logo nos primeiros quinze minutos um susto para a torcida lusa, gol do ABC. Aí começou o sofrimento. Passou um filme na minha cabeça, mais um ano na série B, mais um ano reclamando e sofrendo. Mas minutos depois a Lusa mostrou de quem é o mando do jogo e Heverton fez o gol do empate.

Mesmo com o empate a Lusa não melhorou em campo, pouco ataque, muitas bolas perdidas no meio de campo e até possibilidades de gols do time nordestino.

O que esperar de um trio de arbitragem carioca?

Cartões para a equipe rubro-verde e várias faltas da equipe adversária sem punições.

Lusa é sempre contra tudo e contra todos?

O time não pode contar com a sorte para vencer, tem que correr atrás mostrar raça, jogar futebol e fazer gols!

Esperava mudanças depois do intervalo, mas o time voltou para o campo igual.

A virada só aconteceu aos 15 minutos com o gol Bruno Rodrigo. E mais uma vez, esse jogo quase matou meia dúzia de torcedores com problemas cardíacos. Eu contava os segundos para o final da partida.

O que surpreendeu foi a entrada de Christian no lugar de Zé Carlos, um dos melhores em campo. Em diversos momentos Zé Carlos chamou a responsabilidade para ele e cobrou mais “raça” dos seus colegas. Não era o momento para o Christian, que ainda está fora de forma, e mostrou que não tem fôlego para mais do que 20 minutos em campo.

Mas no final conseguimos os três pontos, tomei mais uma cerveja, comemorei a vitória da Lusa e fui dormir no G4, pelo menos, por alguns dias durmo feliz com a Portuguesa.

A próxima decisão: dia 10 de novembro, contra o Juventude!

Por Michelle Abilio - Que no momento "seca" o Figueirense e o Atlético-GO.

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Linda vitória Lusitana!!!

Fazia tempo que não assistia um jogo tão bom. E se fosse só o primeiro tempo diria que o jogo foi lindo, perfeito!

A Lusa entrou em campo confiante, para vencer e mostrou isso aos 10 minutos com o gol de Fellype Gabriel.

Na frente, a Lusa mostrou que é superior ao time bugrino e marcou mais dois gols (Fellype Gabriel e Zé Carlos). Como é bom gritar três vezes “Gooooll”.

Um jogo que dá gosto, o jogo que chama o torcedor para o estádio, independente do local e do preço, um jogo que dá ânimo para qualquer torcedor.

Durante os 90 minutos, o Guarani não ofereceu muito perigo, e o pouco, foi amenizado pelo goleiro Muriel que fez grandes defesas.

No segundo tempo a Lusa perdeu uma grande chance e fazer o 4ª gol com Fellype Gabriel. Um bom jogo, torcida mais confiante, jogadores também! Ânimo renovado e kombi cheia para o jogo de terça-feira no Canindé!

Só fica a pergunta: Por que não foi assim em outros jogos?

Por Michelle Abilio - Cada vez mais confiante no acesso!

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Trick or Treat?

Daqui algumas horas a Lusa enfrenta o Guarani, em Campinas. A vitória é fundamental para o time continuar na disputa por uma vaga na série A.

A Portuguesa errou muito durante o campeonato, perdeu pontos que jamais poderia perder no Canindé, portanto a equipe é responsável por e esse sufoco nas rodadas finais.

Com a derrota por 5 a 1 do Atlético-GO e o empate do Ceará, resultados favoráveis para que a Lusa, possa sonhar com uma aproximação do G4, caso a equipe vença hoje.

Agora, sobra para o torcedor fazer as contas, ficar torcendo contra os adversários e acreditar na Lusa.

A tarefa mais difícil é para o sofrido torcedor rubro-verde, sempre foi assim e sempre será.

Agora é hora de colocar a cerveja na geladeira e entrar em concentração para a "grande decisão". Espero do time, não só doces, mas também travessuras contra o Guarani, senão o verdadeiro dia das bruxas será lá para os lados do Canindé!

Por Michelle Abilio - Torcedora que espera doces e travessuras no jogo contra ou Guarani.

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